O retorno?

Desde que me conheço, escrevo. Não sei se escrevo bem, mas sempre quando me lembro da minha infância e adolescência, me lembro de estar escrevendo para esquecer das mágoas, para desestressar, para me entreter e para deixar parte de mim no papel.É, escrever sempre foi um porto seguro, o meu momento, o meu acalanto.

Quando entrei na faculdade de jornalismo, escrever se tornou uma obrigação, mas mais do que isso: se tornou o meu ofício principal. E que sonho foi finalmente poder dizer que estava me tornando uma jornalista de verdade, uma escritora de verdade.

Mas com o tempo e com as obrigações dentro do trabalho, ficou difícil escrever sobre mim e sobre o que passo. Mesmo mudando horários, deixando algumas prioridades de lado, hoje me encontro com dificuldade de ter um tempo para escrever sobre um dos meus grandes prazeres da vida, que é sobre a corrida. E este cenário é bem diferente do que foi nos anos anteriores quando, quase todos os dias, eu escrevia releases, reportagens, crônicas e porções de matérias sobre a corrida.

Às vezes, penso em largar o Donas do Asfalto, mas aí me lembro o quanto esse site me fez ser quem sou e de como me impulsionou a acreditar em muitos sonhos que até eu achava impossível.Largar a corrida é praticamente impossível, então largar o Donas do Asfalto, meu grande projeto de vida, também precisa ser impossível.

Foco em trabalhar, estudar (e muito!), treinar, correr, ler e claro, escrever neste espaço que sempre me fez tão bem!

Bora!

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